Sessões Especiais

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18-01-2019 até 18-01-2019, no Espaço Nimas

THE HOUSE THAT JACK BUILT - 18 de Janeiro às 21h30 - Sessão com Debate

Filme seguido de conversa: "A arte da violência pensada em voz alta" com André Tecedeiro (poeta, artista plástico); Cláudia Lucas Chéu (escritora); Laura Sequeira Falé (investigadora); Fernando Pinto do Amaral (escritor).

Também DANTE e VIRGÍLIO na Barca de DELACROIX, WILLIAM BLAKE e GUSTAVE DORÉ ao som de "Fame" de DAVID BOWIE... e GLENN GOULD embrulhados em papel de celofane especial.

Sobre o realizador e o filme...

Eleito UM DOS MELHORES FILMES DO ANO por
Cahiers du Cinéma, Les Inrockuptibles, Le Monde...

★★★★★ Le Monde
★★★★★ Transfuge
★★★★ Cahiers du Cinéma
★★★★ Les Inrockuptibles
★★★★Libération

“Não é apenas um filme de género, é um ensaio filosófico” (Cahiers du Cinéma)

Poucos cineastas possuem um portefólio de obras tão polémicas quanto o realizador dinamarquês Lars Von Trier. Prolífico cineasta desde meados da década de oitenta, foi um dos mentores do movimento artístico Dogma 95, que defendia e propunha a arte na sua expressão mais crua, tradicional, isenta dos adventos tecnológicos que, na época e ainda hoje, dominam o cinema. Mesmerizante e provocador, Lars von Trier não deixa ninguém indiferente. Desde os filmes dos tempos do “Dogma”, passando pela dramaticidade à flor da pele dos seus dramas Ondas de Paixão (1996), Dancer in the Dark (2000), ou pelo experimentalismo de Dogville (2003) e Manderlay (2005), até Anticristo (2009) e Ninfomaníaca (2013), o seu último trabalho até então, Trier construiu um legado cinematográfico impetuoso e arrojado, com propostas sempre desafiadoras e demolidoras das convenções do politicamente correcto e da própria condição humana. The House That Jack Built abre assim um novo capítulo na história do cinema com o realizador colocando mais uma vez em marcha o seu furor desmesurado e perverso, dividindo plateias e extremando reacções. The House That Jack Built, filme que marcou o regresso do realizador ao Festival de Cannes, sete anos depois da polémica na Conferência de imprensa de Melancolia, em 2011, explora a condição humana no seu lado mais radical e sombrio, condição esta representada na figura do artista que se apresenta na forma de um serial killer no seu pathos de catarse sanguinária.

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