14-06-2019

Paulo Branco recebe Prémio Mundial das Artes Leonardo DaVinci

O produtor, distribuidor e exibidor Paulo Branco foi distinguido com o Prémio Mundial das Artes Leonardo DaVinci. É o primeiro português a receber este galardão, atribuído pelo World Cultural Council (WCC, Conselho Mundial de Cultura).

  14-06-2019

ANTÓNIO UM DOIS TRÊS sessão com debate na terça-feira, 18 de Junho, no Espaço Nimas

Leonardo Mouramateus, que apresentou a sessão de estreia da sua primeira longa-metragem, ANTÓNIO UM DOIS TRÊS, volta a estar presente no Espaço Nimas esta terça-feira, 18 de Junho, para um debate após a sessão, juntamente com os actores Mariana Dias, Mauro Soares e Deborah Viegas e o produtor Miguel Ribeiro

  05-06-2019

(RE)VER JIM JARMUSCH

O mais recente filme de Jim Jarmusch, OS MORTOS NÃO MORREM, que abriu o Festival de Cannes este ano, tem a sua primeira exibição na sessão de antestreia para o público, dia 15 de Junho (sábado), às 21H30.

Até lá, uma oportunidade única de rever obras do realizador norte-americano surge nos fins-de-semana no Monumental: este sábado (8 de Junho), às 19H00, CAFÉ E CIGARROS (2003); domingo (9 de Junho), pelas 16H30, PATERSON (2016).

  04-06-2019

25 filmes de Luis Buñuel: “Um Buñuel sobretudo mexicano” e outras obras-primas

Com início previsto para o dia 11 de Julho, a Leopardo Filmes está a organizar um extenso ciclo dedicado a um dos nomes maiores da arte no século XX: o cineasta (e também escritor) LUIS BUÑUEL (Calanda, Espanha, 1900 — Cidade do México, 1983), com um especial enfoque no chamado “período mexicano”, extremamente rico, e muito menos conhecido, diríamos mesmo, praticamente desconhecido em Portugal (dos 25 filmes que fazem parte deste programa, muitos deles são inéditos comercialmente no nosso país, e foram exibidos apenas na Cinemateca Portuguesa, que no início dos anos 80 dedicou um ciclo ao cineasta).

  31-05-2019

Estreia Nimas: O QUE ME FICOU DA REVOLUÇÃO, de Judith Davis

Estreado no passado dia 18 de Maio, O QUE ME FICOU DA REVOLUÇÃO, filme da actriz e realizadora francesa Judith Davis, passa esta quinta-feira para o Espaço Nimas, com sessões diárias às 19H00. O filme é também exibido no Teatro do Campo Alegre (Porto), com sessões diárias às 18H30.

O filme retrata a actual existência de Angèle, que tem vindo a combater o problema da sua geração: ter nascido “tarde de mais” num momento de crise política globalizada. Nascida numa família de militantes, a sua irmã decide ser empresária, e a sua mãe abandonou, da noite para o dia, a luta política para se mudar para o campo. Apenas o seu pai, maoísta, permanece fiel aos seus ideais. Determinada e combativa, Angèle dedica-se a tentar mudar o mundo, ao mesmo tempo que vai evitando o comprometimento nas suas relações amorosas. O que é que lhe ficou da revolução, dos seus encontros fracassados e das expectativas criadas?