26-12-2019

"Violeta", tem hoje a sua estreia em Portugal, no Espaço Nimas.

Violeta ganhou o Prémio FIPRESCI e o Prémio de Melhor Realizador na Secção Un Certain Regard no Festival de Cinema de Cannes, e está também na shortlist para o Óscar de Melhor Filme Internacional. Um filme sobre destruição e esperança, conta a história de duas jovens mulheres que, numa Leninegrado devastada, tentam reconstruir as suas vidas.

Recusando os códigos tradicionais do cinema, o cineasta parte da história colectiva de um povo, de uma cidade, para uma íntima incursão pelas histórias individuais das suas personagens.

  16-12-2019

Nova sessão EYES WIDE SHUT - 30 de Dezembro, às 21h30

EYES WIDE SHUT - DE OLHOS BEM FECHADOS, o inesquecível filme de Stanley Kubrick, com interpretações brilhantes de Tom Cruise e Nicole Kidman, regressou este ano às salas, em cópia digital restaurada.

20 anos após a sua estreia, o Espaço Nimas recebeu esta obra em duas sessões esgotadas, e uma terceira exibição surge: dia 30 de Dezembro, às 21h30. A não perder!

  11-12-2019

Campanha de Natal - Este Natal, ofereça Cinema

A Medeia Filmes e a Leopardo Filmes celebram a quadra Natalícia com packs de grandes realizadores, posters e uma selecção de DVD em promoção.

  11-12-2019

Estreia – GRAÇAS A DEUS, de François Ozon

GRAÇAS A DEUS, o mais recente filme de François Ozon, chega às salas esta quinta-feira.

Partindo de um caso verídico de abuso no seio da igreja francesa, o realizador francês recria, cinematograficamente, a teia de emoções e relações humanas que provêm da complexidade inerente ao tema.

GRAÇAS A DEUS continua a abalar França e estreia em Portugal em Lisboa, no Espaço Nimas; no Porto, no Teatro Campo Alegre; em Setúbal, no Cinema Charlot; e em Coimbra, no TAGV – Teatro Académico de Gil Vicente.

  05-12-2019

Estreia – TOMMASO, de Abel Ferrara

Estreia esta quinta-feira, 5 de Dezembro, o mais recente filme de Abel Ferrara, TOMMASO. Em contracena com as próprias esposa e filha do realizador, Willem Dafoe é Tommaso, um artista americano a viver em Roma cujas manifestas semelhanças com Ferrara se traduzem num drama sobre dúvida e desconexão, filmado num estilo documental auto-reflexivo. Oscilando entre estados de alegria e cólera, o quotidiano do protagonista envolve-nos num turbilhão emocional que dificulta uma resposta à derradeira questão: a quem ofereceremos a nossa compaixão?