02-03-2018

Amor & Intimidade - Sessão: UMA LIÇÃO DE AMOR

O Ciclo comentado Amor & Intimidade continua no próximo dia 7 de Março, quarta-feira, pelas 19h15 no Espaço Nimas em Lisboa, com a exibição de “Uma Lição de Amor” (1954) de Ingmar Bergman.

A sessão contará com a presença de dois convidados: Olga Roriz, premiada coreógrafa e bailarina, que prepara uma profunda homenagem a Ingmar Bergman - "A meio da noite" -com estreia marcada para Abril e uma digressão nacional e internacional ao longo deste ano em que se comemora o centésimo aniversário de Ingmar Bergman; e António Júlio Rebelo, professor e autor do livro "A Maldade no Cinema de Ingmar Bergman" (Colibri).

  23-02-2018

MONUMENTAL DOS MIÚDOS: novos filmes de animação a partir de Março no cinema Monumental

Já está disponível a nova programação do MONUMENTAL DOS MIÚDOS! De 3 de Março a 29 de Abril, poderá assistir a 18 filmes de animação que por certo iluminarão os seus fins-de-semana em família.

  14-02-2018

Sessão Especial BEUYS – Espaço Nimas

No próximo sábado, dia 17 de Fevereiro, a exibição do documentário de Andres Veiel, BEUYS, às 19h15 no Espaço Nimas, será acompanhada de uma sessão comentada com artistas, curadores e pensadores convidados, criando uma rede de convites sucessivos, até ao anonimato.

  08-02-2018

À Procura de Joseph Beuys

A simples menção do nome, constituído por apenas cinco letras — B-E-U-Y-S — é suficiente para transportar qualquer estudante, conhecedor ou contemplador de arte no tempo presente a um espaço de provocação dentro do qual o conceito de arte, do fazer arte, do querer arte, do ser arte, é a junção das peças num todo universal. Não era só no teor estético da sua obra que o escultor e artista conceptual alemão, Joseph Beuys, se focava, mas antes na estética teórica do conceito à qual subsequentemente poderia seguir-se um inquérito sobre a estrutura da sociedade, sobre a textura do pensamento.

  07-02-2018

Amor & Intimidade - Ciclo de cinema comentado

Desafiando as advertências de George Orwell, a maioria de nós parece pouco preocupada ante a exponencial erosão das fronteiras que separavam o domínio privado do público. Como encarar o facto de as redes sociais alimentarem uma cultura cada vez mais confessional onde já não parece haver lugar para qualquer pudor a respeito da sobre-exposição do Eu? Como podemos medir as motivações e efeitos de os filmes caseiros e as sextapes serem agora indiscriminadamente compartilhados? E os reality shows, que transformaram o sistema de videovigilância num género televisivo de entretenimento altamente lucrativo a fim de explorar a espectacularização dos afectos e emoções?