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03-01-2019

Actualizações e Novas Condições para os subscritores do Medeia Card

Como é do conhecimento público e foi objecto de notícia no nosso site, em 2019 a Medeia Filmes realinhará a sua estratégia de exibição na cidade de Lisboa, com o empenho, agora que passará a ser mais concentrada, de fazer um trabalho ainda melhor.

A partir 21 de Fevereiro, a programação do cinema Monumental deixará de ser a mesma que tem tido ao longo dos seus 25 anos. Limitar-se-á, num período ainda indefinido, a uma programação especial da Sala 4, o Cineteatro Monumental, aos fins-de-semana, que cessará assim que as obras de remodelação do edifício Monumental se iniciarem. Essa programação, que se pretende singular, incluirá antestreias, sessões únicas de filmes não estreados e outros, ciclos, debates…

Mas até 20 de Fevereiro teremos ainda muitos e bons filmes: O Amante Duplo, de François Ozon, Vox Lux, de Brady Corbet, Selvagens, de Dennis Berry, Em Trânsito, de Christian Petzold, The Green Book, de Peter Farrelly, de Glass, de M. Night Shyamalan, Correio de Droga, de Clint Eastwood…

A partir daquela data, e para além das sessões de fim-de-semana no Monumental, dedicar-nos-emos sobretudo ao Espaço Nimas, com a estreia de grandes filmes em exclusivo, ciclos que acompanham as estreias, ciclos temáticos, debates, etc.

Mas já em Janeiro, a partir do dia 3 teremos, em exclusivo, o novo Lars von Trier, “The House That Jack Built”, que será acompanhado pelo ciclo “Uma História de Violência (no Cinema) — alguns exemplos”; o novo Abdellatif Kechiche, “Mektoub, meu Amor: Canto Primeiro”, que em França fez parte de todas as listas dos Melhores Filmes do Ano (também acompanhado de um ciclo); o novo filme de Rita Azevedo Gomes, “A Portuguesa”, a partir do texto de Robert Musil na tradução de Agustina Bessa Luís, com música de José Mário Branco e a participação especial de Ingrid Caven, cantora e actriz,  “musa” de Fassbinder; Julien Faraut, “John McEnroe: O Domínio da Perfeição”;  Nuri Bilge Ceylan, “A Pereira Brava” e o Urso de Ouro da última edição do festival de Berlim, “Touch Me Not”, de Adina Pintilie, entre outros. A antecipar o Verão do Espaço Nimas, em cópias digitais restauradas, uma mão-cheia de filmes de Wim Wenders: os icónicos “A Angústia do Guarda-redes no Momento do Penalty”, “Movimento em Falso”, “Ao Correr do Tempo”, “Tão Longe, tão Perto”, “Buena Vista Social Club”, e ainda “A Letra Escarlate”, “Quarto 666”, “Tokyo Ga” e “Notes on Clothes and Cities”.

E porque é nosso querer e dever para com os espectadores que utilizam o cartão Medeia, muitos com uma relação connosco de há muitos anos a esta parte, vimos propor uma revisão das condições do cartão, considerando as alterações que terão lugar daqui a dois meses:

Em primeiro lugar, proceder a uma redução da mensalidade, que passará a ser, a partir de Março, de 12 euros, continuando todas as condições: entrada gratuita em todos os filmes (com a diferença de duas horas entre sessões); o cartão dará também acesso às sessões que terão lugar aos fins-de-semana no cinema Monumental; bilhete de acompanhante a 4,50 euros.

Os actuais detentores do cartão com assinaturas anuais que expirem para lá do dia 1 de Abril serão recompensados com a oferta de 3 meses extra em relação à data de validade (caso prefiram, poderão ser reembolsados, na proporção dos meses até ao termo do contrato).

Esperamos poder continuar a contar convosco.
Desejamo-vos um óptimo 2019!