Parasitas de Bong Joon Ho
Gisaengchung
2019 - Coreia do Sul - Data de estreia: 26-09-2019
Com: Kang-ho Song, Sun-kyun Lee, Yeo-jeong Jo, Woo-sik Choi, Hye-jin Jang, So-dam Park

Ki-taek tem uma família unida, mas estão todos desempregados e as suas perspectivas futuras são negras. O filho Ki-woo é recomendado por um amigo – que frequenta uma prestigiosa universidade – para dar explicações bem pagas, o que vem desencadear a esperança de um rendimento regular na família. Portador das expectativas familiares, Ki-woo dirige-se à casa dos Park para uma entrevista de trabalho. Chegado à casa do Sr Park – dono de uma empresa global de tecnologia informática – Ki-woo conhece Yeon-kyo, a bela e jovem dona da casa. Este primeiro encontro entre as duas famílias vai provocar uma imparável cadeia de incidentes.

Festivais e Prémios:

Festival de Cannes - Palma de Ouro

Golden Globes Awards - Melhor Filme Estrangeiro

Óscares – Vencedor de 4 Óscares: Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Realizador e Melhor Argumento Original

A raiva impotente que ele sente derrama-se em cada fotograma deste filme incrível, deixando-nos consequentemente bem mais ricos. Indiewire ★★★★★ 

Uma obra-prima desgastante cujo sortilégio perdura muito para lá da sua última perturbadora imagem. New York Magazine

Bong regressa de forma brilhante, mas está indiscutivelmente indignado, e o impacto é forte porque espelha mesmo a realidade, de forma tão global, tão 2019. Variety

PARASITAS é de uma forma geral arrebatador e primorosamente elaborado, destacando-se como o mais maduro manifesto de Bong do estado-da-nação, desde SALINUI CHUEOK [MEMORIES OF MURDER, em 2003. The Hollywood Reporter

Tal como as obras-primas SALINUI CHUEOK [MEMORIES OF MURDER], THE HOST – A CRIATURA e MOTHER – UMA FORÇA ÚNICA, PARASITAS é um filme que angustia. É imprevisível, agitado por neuroses e pejado de incertezas. Les Cahiers du Cinéma ★★★★★

Melhor filme de 2019, sátira feroz do capitalismo sem perder um grama de idiossincrasias pulp de Bong Joon Ho, faz mais pela reinvenção da luta de classes do que 12 reedições de Marx (o clímax é igualmente sanguinário) ou toda a esquerda europeia. Pedro Marta Santos, Sábado